Entre um anoitecer e um acordar, passo de lilliputeano à janela, com o olhar (re)pousado nas estrelas e planetas, para num fechar e abrir de olhos ser o Guliver no jardim a focar boquiaberto os delicados musgos e cogumelos num tronco da idosa ameixieira.
O respeito é o mesmo, o admirador é o mesmo, a natureza é a mesma, as escalas é que são diferentes.
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Da minha janela vejo o céu e penso como somos pequeninos |
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Da minha janela vejo o chão e penso como somos pequeninos |
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